quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Sou eu, que não te amo

Sou eu, que não te amo

Os embaraços da tristeza
De cada acalanto de dor
De temor nos teus braços
Estúpidos
Desnudos
Abraçando o meu corpo

O estorvo do teu beijo
Quando as minhas costas estão viradas pra você
É como se fosse irreal
Em relação a mim
E real, em relação aos
Transeuntes

Sei que insegurança é minha
E caminha
Para o intimo descaso
Para contigo                                Jaqueline Riquelme

Um comentário:

  1. Nossa que lindo.
    É difícil comentar algo que nos toque, porque muitas vezes o silêncio da contemplação mágica fala por si só.
    Gostei muito.Nossa que lindo.
    É difícil comentar algo que nos toque, porque muitas vezes o silêncio da contemplação mágica fala por si só.
    Gostei muito.

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